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	<title>Anfíbia: Agência Digital &#187; Conteudo online</title>
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	<description>Blog da Anfíbia: Agência Digital</description>
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		<title>MTV Brasil x Google</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 10:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roger Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A MTV notificou extrajudicialmente o Google. A emissora quer receber pelo conteúdo de sua propriedade que é veiculado no site de vídeos YouTube.
No mesmo documento, informa que deseja ver sua produção excluída do YouTube enquanto não houver pagamento pelo que entende ter direito exclusivo.
O diretor-geral da MTV, André Mantovani, afirma que, caso o Google não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1069" title="mtvgoogle2" src="http://www.anfibia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/mtvgoogle2.jpg" alt="mtvgoogle2" width="400" height="133" /></p>
<p>A MTV notificou extrajudicialmente o Google. A emissora quer receber pelo conteúdo de sua propriedade que é veiculado no site de vídeos YouTube.</p>
<p>No mesmo documento, informa que deseja ver sua produção excluída do YouTube enquanto não houver pagamento pelo que entende ter direito exclusivo.</p>
<p>O diretor-geral da MTV, André Mantovani, afirma que, caso o Google não pague, serão tomadas &#8220;medidas judiciais.&#8221;Não há lei para regular a exibição de conteúdo na internet. É desafio mundial definir quanto cobrar pelo produto oferecido na rede. A discussão conflita com a cultura de consumo gratuito da web.</p>
<p>O diretor de comunicação do Google, Felix Ximenes, disse que seria &#8220;prematuro fazer considerações&#8221;, pois &#8220;ainda estamos em fase muito preliminar da conversa&#8221;.</p>
<p>Se a moda pegar, a “liberdade de expressão” que permeia sites como o YouTube pode estar com os dias contados.</p>
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		<title>Orkut contra todos</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 10:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[
Uma pesquisa está ajudando a entender os hábitos dos internautas brasileiros, que ainda utlizam o Orkut como a maior rede de relacionamento no Brasil. Ele leva 54% dessa fatia de internautas, seguido do MSN com 45%, e do e-mail, com 41%.
Esta pesquisa revelou que a troca de informação por meio de redes de conteúdo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-733" title="brasil_internet" src="http://www.anfibia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/brasil_internet.jpg" alt="brasil_internet" width="400" height="363" /></p>
<p>Uma pesquisa está ajudando a entender os hábitos dos internautas brasileiros, que ainda utlizam o Orkut como a maior rede de relacionamento no Brasil. Ele leva 54% dessa fatia de internautas, seguido do MSN com 45%, e do e-mail, com 41%.</p>
<p>Esta pesquisa revelou que a troca de informação por meio de redes de conteúdo é o principal hábito do internauta, e neste cenário dois usuários foram identificados: os que publicam material próprio na Web e alimentam essas redes de conteúdo sendo estes 51%, e o internauta que compartilha esse conteúdo já existente isto é, 45,5 milhões de usuários.</p>
<p>Outro ponto mostrado pela pesquisa, identifica que 86%, ou seja, 66 milhões de internautas entram pelo menos uma vez por semana na internet, e o restante navega pela web diariamente.</p>
<p>A diferença do internauta que publica e do internauta que compartilha também tem uma variação considerável de acordo com a região do país. No Sul, 36% dos internautas publicam e 55% compartilham, no Nordeste, os números sobem para 57% e 77% simultaneamente.</p>
<p>O interessante da pesquisa foi mostrar uma tendência que sempre foi evidente, a força de alimentar e espalhar conteúdo pela Web que faz parte de uma atividade rotineira das pessoas. É natural que a diferença de quem publica para quem compartilha conteúdo aumente bastante com o aumento do hábito de usar a Web de forma natural.</p>
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		<title>News Corporation Vs Google</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 10:45:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Bing]]></category>
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		<category><![CDATA[News Corporation]]></category>

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Após as acusações do dono da News Corporation de que o Google faturava em cima do conteúdo produzido por suas empresas, o site de buscas decidiu limitar os acessos das notícias pagas para 5. A ideia é que a partir da sexta notícia lida no dia, haja um bloqueio dos mecanismos de assinatura dos veículos.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-574" title="News-Corp" src="http://www.anfibia.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/News-Corp.jpg" alt="News-Corp" width="485" height="297" /></p>
<p style="text-align: justify;">Após as acusações do dono da News Corporation de que o Google faturava em cima do conteúdo produzido por suas empresas, o site de buscas decidiu limitar os acessos das notícias pagas para 5. A ideia é que a partir da sexta notícia lida no dia, haja um bloqueio dos mecanismos de assinatura dos veículos.</p>
<p style="text-align: justify;">A polêmica começou após a divulgação de um estudo pela Associação Mundial de Jornais (WAN) que chegou a conclusão de que as empresas de conteúdo se tornariam insustentáveis daqui alguns anos. Isso porque o bolo publicitário global para o meio jornal atingiu US$ 182 bilhões em 2008, sendo que deste total somente US$ 6 bilhões são provenientes de jornais online. Se considerarmos que o consumo de jornal físico continua a cair vertiginosamente, enquanto o conteúdo online só cresce, os jornais não conseguirão se sustentar com este modelo nos próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da Newscorp já cobrar por parte de seu conteúdo online oferecido, muitos deles apareciam nos resultados do Google News e permitiam o acesso grátis.  A confusão entre as duas empresas continua a crescer nesta semana após terem sido iniciadas as negociações com a Microsoft para fornecer conteúdo exclusivo para o site de buscas Bing, que é hoje o principal concorrente de buscas do Google.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas palavras do dono da News Corporation: &#8220;Há quem pense que tem o direito de pegar nosso conteúdo noticioso e usá-lo de acordo com seus propósitos, sem contribuir com um centavo para a produção desse material&#8221;.</p>
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		<title>Banca online no EUA</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 10:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[E commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento de Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Banca online]]></category>
		<category><![CDATA[Comercialização]]></category>
		<category><![CDATA[Conteudo online]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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Parece que virou uma tendência a comercialização de conteúdo via Web, e sem duvida é uma oportunidade que as empresa viram e estão usando a seu próprio bem.
A inovação de vendas via a Web junto com a necessidade que as empresas têm em fidelizarem seus clientes e ao mesmo tempo ganharem dinheiro é grande já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-534 aligncenter" title="phishing" src="http://www.anfibia.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/phishing.jpg" alt="phishing" width="422" height="316" /></p>
<p>Parece que virou uma tendência a comercialização de conteúdo via Web, e sem duvida é uma oportunidade que as empresa viram e estão usando a seu próprio bem.</p>
<p>A inovação de vendas via a Web junto com a necessidade que as empresas têm em fidelizarem seus clientes e ao mesmo tempo ganharem dinheiro é grande já que alguns métodos antigos de venda já não fazem tanto sucesso.</p>
<p>Esse é o caso da comercialização de revistas físicas, que encontraram uma saída no mundo online. A novidade veio dos EUA e certamente será lançada lá para depois percorrer o mundo como uma nova forma de fazer negócio e ganhar dinheiro: a “BANCA ONLINE’ irá comercializar diversos formatos de revistas digitais na Web.</p>
<p>A parceria foi firmada entre algumas editoras de revistas como Condé Nast, Hearst, Meredith e Time Inc (a maior publicadora de revistas no mundo)  e poderá envolver alguns jornais também. A idéia é tornar mais fácil a compra de copias eletrônicas das publicações, além de aumentar a receita das empresas.</p>
<p>Agora me pergunto: O que não teremos que pagar na Internet em 11 anos?</p>
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