Plano Nacional de Banda Larga
Postado por Mariana Machado às 07:30 do dia 16/12/2009.

O modelo de gestão do Plano Nacional de Banda Larga que seria definido hoje, foi adiado para que Lula tenha mais tempo para analisar os modelos disponíveis. Mas, calma, apesar de ter atrasado a decisão, Lula deverá anunciar logo mais o que será feito já que espera usar o programa como argumento a favor de seu governo durante as eleições do ano que vem
O objetivo do projeto é fazer com que o acesso à internet chegue a localidades onde as operadoras não têm interesse comercial. Com este projeto a população de baixa renda terá acesso à internet em banda larga, ou seja, a tão falada inclusão digital. A meta é conectar 50% dos domicílios brasileiros permitindo o acesso de casa a mais de 90 milhões de brasileiros, além daqueles pode podem usar a web no trabalho, em escolas e centros públicos. De acordo com o Ministério das Comunicações, apenas 17,8% dos domicílios têm acesso à web hoje em dia.
O que falta ser decidido é como será a gestão desta rede, que terá investimentos de R$ 75 bilhões até 2014. Existem no momento, três planos para gestão dela: um modelo estatal, outro privado e um de gestão mista.
Saiba os pontos positivos e negativos de cada gestão:
Estatal
Ponto a favor: O governo terá total liberdade para definir preços e usar sua rede com finalidades sociais, além de pressionar as teles privadas a melhorar seus serviços para não perder clientes para a Telebrás.
Ponto negativo: Concentra todos os investimentos no poder público e há o risco de o modelo estatal não ser o mais eficiente para atender os consumidores.
Privada
Ponto a favor: Permite atrair investimentos privados e entrega a gestão às companhias que já têm expertise no setor.
Ponto negativo: Não aumenta a competição no setor e não garante preços baixos pelo serviço, já que as teles teriam liberdade para definir seus preços.
Misto
Ponto a favor: O modelo criaria milhares de novos concorrentes no setor de banda larga para competir com as empresas tradicionais.
Ponto negativo: Não agrada aos interesses das teles e concentraria todos os investimentos em infraestrutura no setor público.
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A classe C na Internet
Postado por Mariana Machado às 07:47 do dia 14/10/2009.

A classe C está crescendo na Internet. No final do ano passado a penetração desta classe era de apenas 39% e a projeção é que até o fim deste ano ela chegue a 45%. Apesar deste crescimento não parecer tão significativo tem que se pensar que a classe C é a hoje a maior do país com 97,2 milhões de pessoas.
Ela é a maior responsável em aumentar os números brasileiros no Orkut (27,3 milhões de visitantes únicos em julho), e também em manter a intensa atividade no MSN com 32,1 milhões de usuários.
O aumento da representividade da classe C na internet aumenta em muito os números totais da Internet brasileira de maneira impressionante. Neste ano chegaremos a 68,5 milhões de usuários no Brasil, incorporaremos mais de 6,2 milhões de internautas neste ano, isso só contando os maiores de 16 anos. Nós brasileiros, já atingimos a marca de 30 horas por mês na web, quando se mede o uso da rede nas casas, de acordo com os dados do Ibope Nielsen Online.
Agora é o momento das empresas também prestarem atenção a este consumidor no mundo online.
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Geraldo Machado
Marcella Vasconcellos
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